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A chave para o resgate
 
 

Siga praticando até que saia a vontade, voluntariamente de
seu corpo, e morra de instante a instante, momento a momento, para que lhe facilite mais o desdobramento astral e a consciência."

(Mestre Rabolu)

 

 

17 de fevereiro de 1998. CARTA 227
"Quando a gente se põe a praticar a morte, porém em
realidade, de instante em instante, de momento em momento, na prática, onde quer que esteja, está protegido pelas hierarquias, o Pai e a Mãe os protegem para que possam seguir adiante. Não tenham medo, sobre isto que lhes digo, porque assim é, estão protegidos pelas hierarquias os que estejam trabalhando seriamente. Os que não estão trabalhando, senão falando, nada mais, a estes sim os pega a espada."


13 de agosto de 1998. Carta 833
... "é todo aquele que inicia um trabalho seriamente, com a
morte,este é resgatado ainda que não tenha os 50%. Não é que
vão leva-lo à Ilha do Êxodo, porém o levam a outro lugar seguro onde nada lhe acontecerá e aí poderá seguir seu trabalho. O trabalho da
morte é básico e fundamental, porém continuamente, a todo instante
temos que estar trabalhando, auto-observando-nos e a todo detalhe negativo,pedir à Mãe Divina a eliminação."

1998
"Não importa de modo algum o que está acontecendo. Siga
fazendo a morte, o importante é a morte de segundo a segundo, continuem praticando a morte e o desdobramento astral e verão os resultados que irão ter."

28 de julho de 1997. Carta 981
"Siga praticando até que saia a vontade, voluntariamente de
seu corpo, e morra de instante a instante, momento a momento, para que lhe facilite mais o desdobramento astral e a consciência."

 

“Não há tempo para perder com estas contradições, guerras de egos. A partir desta data devem ser colocar a trabalhar concretamente no desdobramento astral e o trabalho psicológico, diariamente. O que não o faça anda muito mal.”. 

“O desdobramento astral o fazem em suas casas todas as noites, com farta (muita) fé o trabalho psicológico sim, durante o dia, a toda hora. Assim é que vemos os resultados, e assim é que pode haver o resgate; do contrário iremos todos ao abismo”. 

“Não há tempo que perder na “tagarelice” que levavam; temos que nos tornar sérios ainda que seja no final”. O que fala do que não conhece é um “Charlatão vadio”. 

“Trabalhem cegamente, duro, sem deixar um momento de estar dando-lhe á Morte, duro e o desdobramento astral”.

O que trabalham com estas duas coisas seriamente, é resgatado... não fracassará, não o deixam fracassar. Isto foi o último que pude encontrar no interno como, como salvação do estudantado gnóstico.”. 

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“Este ensinamento para mim é tão grande porque ele ensina a  gente a viver” (Mestre Rabolú)