Amigos da juventude, a vós me dirijo. Chegou a hora
de compreenderdes a necessidade de robustecer a
Essência; recordai que esta em si mesma desce da Via
Láctea. Então é óbvio, que possui poderes
transcendentais, espirituais, maravilhosos, mediante
os quais podereis ver, ouvir, tocar palpar as
grandes realidades dos Mundos Superiores.
Assim sendo, revisando princípios, estudando nossa
posição na vida, podemos verificar por nós mesmos
que o período da juventude é fugaz, que murcha como
uma flor, em muito poucos anos. É pois, necessário
que os jovens gnósticos se façam mais reflexivos.
Quando somos jovens, sentimo-nos tão fascinados por
nossa própria juventude, que chegamos até a nos
esquecer da velhice. Quando se fala ao jovem vem
sobre a velhice, ele a considera como algo muito
distante; sobre o qual eles dizem, “Não vale a pena
se preocupar”. Porém, fatos são fatos; passam os
anos rapidamente e quando menos se pensa, chega a
velhice.
Alguns jovens estusiasmaram-se com a Auto-Realização
Íntima do Ser; existem aqueles que aceitaram com
agrado os princípios da Revolução da Consciência,
mas fascinados pela juventude, só vieram a lembrar
de fazer o trabalho interno sobre si mesmo no
entardecer de suas vidas, já muito tarde. Então, é
claro, não conseguem concluir a Obra, têm que
adiá-la para uma futura existência.
Se os jovens se propusessem de verdade aproveitar o
tempo, poderiam realizar todo o Grande Trabalho em
uma mesma existência, aqui e agora.
Neste momento, vem-me a memória o caso de Bernardo,
“o Trevijano” o grande alquimista medieval. Este
homem começou jovem, mas realizou seu trabalho; fez
a Grande Obra 56 anos. Se os jovens soubessem
aproveitar o tempo, conseguiriam realizar toda a
Grande Obra nesta mesma existência. Infortunadamente,
como já disse, ficam tontos pelo brilho formoso de
seus 18, 20 ou 25 anos de idade.
Quero convidar a juventude gnóstica para uma
revolução. Não se trata de uma revolução de sangue e
alcoolismo, não; quero referir-me de forma enfática
a algo mais grandioso: a Revolução da Consciência.
Realizar a Grande Obra em si mesmo é o importante.
Quero dizer-lhes de forma enfática que se vos
dedicardes de verdade ao Grande Trabalho podereis,
se assim o quiserdes, transformar-vos agora mesmo em
Deuses terrivelmente divinos, com poderes sobre o
fogo, o ar, as águas e a Terra.
Jovens Gnósticos Revolucionários Rebeldes, a vós me
dirijo nestes momentos.
Que os gnósticos compreendam nestes momentos, que a
juventude gnóstica entenda, que esta Humanidade está
degenerada e que aos gnósticos jovens, cheios de
energia e de vitalidade, vai lhes tocar “segurar o
touro pelos chifres”. Que entenda estes esquadrões
de batalha, que já nada nem ninguém poderá deter-nos
nesta marcha luminosa e triunfal.
A Juventude Gnóstica, completamente independente de
tantos prejulgamentos e preconceitos, teorias e
coisas absurdas, antiquadas, prepara-se de verdade
para uma Nova Era. Custe o que custar!
Jovens Gnósticos Revolucionários Rebeldes, gritai
comigo: Á Batalha! Á Batalha! (Mestre Samael)
(Mensagem de Natal—1988—1989—V.M.Rabolu)
Clique
aqui e veja Alerta ao jovens.